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Alasbimn Journal Year 13, Number 50, October 2010 / Año 13, Nº 50, Octubre 2010
XXV Congresso Brasileiro de Biologia Medicina Nuclear e Imagen Molecular

Imagens articulares das mãos em cintilografia óssea de pacientes sem queixas osteoarticulares.

Joaquim D´Almeida1; Carmelindo Maliska2; Maria Exposito Penas3.
1,2.HCE, Niteroi, Rj, Brasil; 3.Serviço De Medicina Nuclear Do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, Rio De Janeiro, Rj, Brasil.

 

Resumo

Dada à alta sensibilidade da cintilografia óssea, nosso objetivo foi avaliar a ocorrência de imagens captantes em articulações das mãos de pacientes sem indicação clínica de doença osteoarticular e compará-las a cintilografias ósseas de pacientes com doença reumática articular crônica. A cintilografia óssea foi realizada em 106 pacientes, com idade entre 38 e 85 anos, sendo 40 homens e 66 mulheres; 46 com indicação clínica de câncer de mama, 34 com indicação clínica de câncer de próstata e 26 com diagnóstico de doença reumática articular crônica. As cintilografias planas foram realizadas 3 horas após dose, I.V., de Tc99m-MDP, em gama câmara Nucline DH, Mediso (Budapest). A análise visual das imagens foi feita por 3 médicos nucleares de forma individual e isoladamente. As cintigrafias ósseas mostraram imagens focais nas articulações das mãos em 43 pacientes (93,5%) com câncer de mama, em 19 com câncer de próstata (55,9%) e 26 pacientes (100%) com doença reumática crônica articular. Quanto à dor nas mãos, 54,4% dos pacientes com câncer de mama e 50,0% com câncer de próstata, sem sintomas articulares, tiveram 2 ou mais imagens captantes focais em articulações das mãos. Em 2 pacientes com doença reumática articular crônica a cintigrafia óssea evidenciou 4 e 6 imagens focais em mãos e, após um mes de tratamento com antiinfamatórios e imunossupressores, houve redução evidente da captação de todas imagens articulares. A cintilografia óssea confirmou ser método altamente eficiente para apontar processos inflamatórios articulares, demonstrando incidência elevada de atividade de doença articular em indivíduos sem queixa de dor em articulações e em 100% dos pacientes com doença articular reumática crônica. A redução da sensibilidade para a dor no idoso justificaria a presença significativa de atividade da doença articular em assintomáticos. Sabemos que a radiografia, a tomografia computadorizada e mesmo a imagem por ressonância magnética pouco informam sobre atividade da doença articular das mãos. Podemos concluir que a cintilografia óssea é o exame de escolha no diagnóstico e no acompanhamento da evolução terapêutica de processos articulares das mãos, de forma embasada e não apenas com base na informação subjetiva do paciente.

 

 
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Alasbimn Journal ISSN.  0717-4055